
Um dia eu resolviseguir uma carreira, a de estudar Filosofia, mas nas faculdades aqui de perto não tinha o curso, então porque não tentar o curso que é a filha querida da Filosofia? Lá fui eu, e passei em três vestibulares para fazer História.
Pelo percurso de três anos como acadêmica, passei por fazes onde já não sabia mais se era isso que eu queria, seria mesmo essa minha vocação, assim por dizer?
Fiz serviços voluntariados, como professora de alfabetização, como professora de curso pré-vestibular, eu era mais nova que meus alunos, mas tirei isso de letra.
Depois veio o estágio um, e a decepção com o ensino em escolas particulares, onde me parece os alunos tem menos respeito pelo professor, do que em colégios públicos.
Ai veio mais um estágio, esse pela prefeitura aqui da cidade, numa escola da rede municipal, panhei feio, no sentido de não saber o que fazer, mas fui atras pesquisei e passei, no final me encantei.
Agora sei que realmente quero isso, mas outra coisa vem me preocupando, e as questões que norteiam essa aflisão, são os possicionamento de algumas daquelas pessoas que deveriam nos fazer gostar ainda mais da profissão, que deveriam ser inspirações para a nossa vida, mas se mostram o contrário.
Hoje com toda a certeza concordo com uma grande amiga minha, Jú, nós colocamos na cabeça que não seremos professoras recalcadas, e mesmo que não sejamos bem remuneradas, abraçaremos a causa e nos manteremos atualizadas, e daremos aulas que seram lembradas e não odiadas. E não porque TODOS os nossos professores foram assim, mas sim porque vemos professores que por não terem incentivos deixam o trabalho de lado. Mas nós pensamos em nossos alunos. E utilizarmos apenas os bons exemplos!
Isso tudo que estou falando é pelo fato de que eu entrei no Magistério, em um colégio super conceituado em Novo Hamburgo, e estou descepcionada com as coisas que escuto e a maneira anti ética que alguns professores demonstram pra nós.
E a gota da água foi ouvir "Como é que vc está na faculdade se você não sabe acentuação gráfica?"
Só eu sei o pq de estar numa faculdade, e como diz minha professora DOUTORA "se depende-se de acentuação gráfica, nem 1/3 dos alunos estariam aqui, e muito menos eu".
Diria que foi infelicidade da professora? Não, infelicidade é pouco.
Pelo percurso de três anos como acadêmica, passei por fazes onde já não sabia mais se era isso que eu queria, seria mesmo essa minha vocação, assim por dizer?
Fiz serviços voluntariados, como professora de alfabetização, como professora de curso pré-vestibular, eu era mais nova que meus alunos, mas tirei isso de letra.
Depois veio o estágio um, e a decepção com o ensino em escolas particulares, onde me parece os alunos tem menos respeito pelo professor, do que em colégios públicos.
Ai veio mais um estágio, esse pela prefeitura aqui da cidade, numa escola da rede municipal, panhei feio, no sentido de não saber o que fazer, mas fui atras pesquisei e passei, no final me encantei.
Agora sei que realmente quero isso, mas outra coisa vem me preocupando, e as questões que norteiam essa aflisão, são os possicionamento de algumas daquelas pessoas que deveriam nos fazer gostar ainda mais da profissão, que deveriam ser inspirações para a nossa vida, mas se mostram o contrário.
Hoje com toda a certeza concordo com uma grande amiga minha, Jú, nós colocamos na cabeça que não seremos professoras recalcadas, e mesmo que não sejamos bem remuneradas, abraçaremos a causa e nos manteremos atualizadas, e daremos aulas que seram lembradas e não odiadas. E não porque TODOS os nossos professores foram assim, mas sim porque vemos professores que por não terem incentivos deixam o trabalho de lado. Mas nós pensamos em nossos alunos. E utilizarmos apenas os bons exemplos!
Isso tudo que estou falando é pelo fato de que eu entrei no Magistério, em um colégio super conceituado em Novo Hamburgo, e estou descepcionada com as coisas que escuto e a maneira anti ética que alguns professores demonstram pra nós.
E a gota da água foi ouvir "Como é que vc está na faculdade se você não sabe acentuação gráfica?"
Só eu sei o pq de estar numa faculdade, e como diz minha professora DOUTORA "se depende-se de acentuação gráfica, nem 1/3 dos alunos estariam aqui, e muito menos eu".
Diria que foi infelicidade da professora? Não, infelicidade é pouco.


