
Comprei o livro Eclipse, o novo e terceiro livro da saga de Bella e Edward. Como sempre não resisti e li a última página do livro e como sempre não entendi. Antes deixe-me explicar esse ponto, sim eu sempre leio a última página de um livro.
Isso começou quando eu estava na oitava série e tomei o gosto pela leitura, nunca esqueço o primeiro livro que li por querer ler e não por obrigação para fazer aqueles trabalhos rídiculos de escola. Esse livro foi indicado por uma professora de português e se chamava O Estudante, era uma trilogia na verdade, e o primeiro tinha a parte azul e a parte vermelha, a azul era da parte onde o garoto ainda era bom, a vermelha era quando ele entrou no mundo das drogas... Bom depois desse eu sentava no meio das prateleiras da biblioteca do Pio XII, e deixava que os livros me escolhecem. Isso mesmo! Eles me escolhiam, pois eu sentava e eles pareciam saltar em mim e dizer, LEIA-ME. Eu os pegava, abria a última página e lia, se ela me emociona-se de alguma forma eu retirava ele, e normalmente eles valiam a pena, me mostravam alguma coisa nova. E assim sempre foi, eu passo pelas vitrines das lojas e eles continuam pulando em mim, ou as vezes encontro eles pela internet, vou atras leio a última página e assim o ciclo continua.
Para algumas pessoas isso pode parecer sem graça ou tirar todo o romantismo do livro, mas pra mim é o ritual para a boa leitura. Nunca fico entediada, nunca perdi a vontade de ler o livro por causa disso...
Voltando ao livro Eclipse, já li mais de 120 páginas, e parece que não troquei o livro, como posso explicar, a trilogia está se seguindo de forma bem fluida e escrita, nada daquelas coisas, que acontecem meio que sem sentido, as coisas nãos e perderam no ar, até porque se tem ganchos com os outros livros, ou melhor é como se vc estivesse lendo o diário inteiro de Bella, sem interrupções... Gosto quando isso acontece.
E hoje eu vi uma entrevista com Lia Luft, nunca li um livro dela, e nem quero, mesmo vendo que ela é uma pessoa bem interessante. O que me chamou atenção nessa mini intrevista foi ela falando da questão de adaptações dos textos em teatro e sobre ser os personagens dos livros que escreve.
Sobre as adaptações, ela diz que não gosta de interferir, até pq é a visão do diretor em cima da obra dela, e com toda a certeza vai ser diferente do que foi escrito. Mas isso me leva a pensar, até onde essa interferencia é sadia. Vemos isso em filmes, que na maioria das vezes deixam a desejar nas suas adaptações, pq não seguir o que está escrito ali, pq cortar o importante e dar enfase ao que não nos interessa? Seria mais interessante e renderia mais, os fãs agradeceriam. Exemplo: como falei do Eclipse no início, trago o Crepúsculo que virou filme, virou crítica em revsitas, jornais e blogs por ai. Simplesmente pelo fato de que não agradou aos fãs, e pode ter certeza que não é um filme legal pra quem não leu o livro, até pq não teve muita ação. Bella não foi representada como a garota desastrada e meio lerda como é no filme, e Edward não é tudo o que ela descreve(apoka não me mata), sem contar o resto do grupo, da onde a Alice e a Rosalie são maravilhosas, credo podiam ter pego atores melhores pro filme. E as coisas que foram trocadas, e o efeito dele brilhar, tah certo que a escritora disse que pareciam critais, mas fizeram ele brilhar como porpurina, parecia uma das Rainhas do Deserto!
E sobre os personagens, é uma coisa que eu sempre penso quando eu leio um livro, para o leitor viver o personagem é simples, basta ler e vc entra no mundo dele, faz parte dele. Mas com o autor deve ser um pouco diferente, ou seria igual? Como ela disse, com o personagem podemos debater sobre angustias e amores, que talvez não discutiria como ela mesma. Acho que essa é a grande magia do livro, você entra no personagem e vive ele com tanta intensidade que chora, ri, fica emocionado com o que vislumbra. E as horas passam de forma tão rápida que nem percebemos, pois por alguns momentos deixamos de ser nós mesmos para viver em um mundo de aventura, um mundo bem particular.
Talvez isso aconteça conosco blogueiros, que rebuscamos nossas vidas aos trancrevê-las aqui. Pq nem sempre escrevemos tal qual ela é.
E eu deixo o meu personagem de escritora/blogueira para continuar com o meu trabalho.
Isso começou quando eu estava na oitava série e tomei o gosto pela leitura, nunca esqueço o primeiro livro que li por querer ler e não por obrigação para fazer aqueles trabalhos rídiculos de escola. Esse livro foi indicado por uma professora de português e se chamava O Estudante, era uma trilogia na verdade, e o primeiro tinha a parte azul e a parte vermelha, a azul era da parte onde o garoto ainda era bom, a vermelha era quando ele entrou no mundo das drogas... Bom depois desse eu sentava no meio das prateleiras da biblioteca do Pio XII, e deixava que os livros me escolhecem. Isso mesmo! Eles me escolhiam, pois eu sentava e eles pareciam saltar em mim e dizer, LEIA-ME. Eu os pegava, abria a última página e lia, se ela me emociona-se de alguma forma eu retirava ele, e normalmente eles valiam a pena, me mostravam alguma coisa nova. E assim sempre foi, eu passo pelas vitrines das lojas e eles continuam pulando em mim, ou as vezes encontro eles pela internet, vou atras leio a última página e assim o ciclo continua.
Para algumas pessoas isso pode parecer sem graça ou tirar todo o romantismo do livro, mas pra mim é o ritual para a boa leitura. Nunca fico entediada, nunca perdi a vontade de ler o livro por causa disso...
Voltando ao livro Eclipse, já li mais de 120 páginas, e parece que não troquei o livro, como posso explicar, a trilogia está se seguindo de forma bem fluida e escrita, nada daquelas coisas, que acontecem meio que sem sentido, as coisas nãos e perderam no ar, até porque se tem ganchos com os outros livros, ou melhor é como se vc estivesse lendo o diário inteiro de Bella, sem interrupções... Gosto quando isso acontece.
E hoje eu vi uma entrevista com Lia Luft, nunca li um livro dela, e nem quero, mesmo vendo que ela é uma pessoa bem interessante. O que me chamou atenção nessa mini intrevista foi ela falando da questão de adaptações dos textos em teatro e sobre ser os personagens dos livros que escreve.
Sobre as adaptações, ela diz que não gosta de interferir, até pq é a visão do diretor em cima da obra dela, e com toda a certeza vai ser diferente do que foi escrito. Mas isso me leva a pensar, até onde essa interferencia é sadia. Vemos isso em filmes, que na maioria das vezes deixam a desejar nas suas adaptações, pq não seguir o que está escrito ali, pq cortar o importante e dar enfase ao que não nos interessa? Seria mais interessante e renderia mais, os fãs agradeceriam. Exemplo: como falei do Eclipse no início, trago o Crepúsculo que virou filme, virou crítica em revsitas, jornais e blogs por ai. Simplesmente pelo fato de que não agradou aos fãs, e pode ter certeza que não é um filme legal pra quem não leu o livro, até pq não teve muita ação. Bella não foi representada como a garota desastrada e meio lerda como é no filme, e Edward não é tudo o que ela descreve(apoka não me mata), sem contar o resto do grupo, da onde a Alice e a Rosalie são maravilhosas, credo podiam ter pego atores melhores pro filme. E as coisas que foram trocadas, e o efeito dele brilhar, tah certo que a escritora disse que pareciam critais, mas fizeram ele brilhar como porpurina, parecia uma das Rainhas do Deserto!
E sobre os personagens, é uma coisa que eu sempre penso quando eu leio um livro, para o leitor viver o personagem é simples, basta ler e vc entra no mundo dele, faz parte dele. Mas com o autor deve ser um pouco diferente, ou seria igual? Como ela disse, com o personagem podemos debater sobre angustias e amores, que talvez não discutiria como ela mesma. Acho que essa é a grande magia do livro, você entra no personagem e vive ele com tanta intensidade que chora, ri, fica emocionado com o que vislumbra. E as horas passam de forma tão rápida que nem percebemos, pois por alguns momentos deixamos de ser nós mesmos para viver em um mundo de aventura, um mundo bem particular.
Talvez isso aconteça conosco blogueiros, que rebuscamos nossas vidas aos trancrevê-las aqui. Pq nem sempre escrevemos tal qual ela é.
E eu deixo o meu personagem de escritora/blogueira para continuar com o meu trabalho.



